Os resultados dos relatórios internacionais que apontam a crise do sistema educativo em Portugal e a grande vulnerabilidade dos resultados escolares em Portugal às diferenças de nível socio-económico dos alunos, foram os exemplos que a deputada bloquista trouxe ao debate com a ministra da educação.
O protesto e a indignação generalizada contra as políticas de educação do governo e a postura autoritária do ministério foram o tema desenvolvido nesta intervenção política da deputada bloquista.
Na sua estreia no plenário parlamentar, José Soeiro criticou o programa de apoio ao arrendamento jovem, que poupa dinheiro ao Estado mas agrava a situação dos jovens à procura de casa para arrendar. Uma simples pesquisa na internet permite perceber que com os limites de renda definidos pelo governo, não há casas no mercado para arrendar.
Declaração Política de Ana Drago sobre a ida de agentes da PSP à delegação do Sindicato dos Professores da Zona Centro na Covilhã na véspera de uma acção de protesto sindical durante a visita do primeiro-ministro José Sócrates.
No debate quinzenal com o primeiro-ministro, coube ao Bloco fazer a abertura da discussão. Francisco Louçã criticou as propostas do governo para a revisão do Código de Trabalho, Sócrates defendeu-as.
Referindo-se à remodelação na pasta da Saúde, Semedo diz que "Sócrates quis mudar de ministro para tentar não mudar de política, e não entendeu as razões dos protestos populares contra Correia de Campos"."Não foi no SNS que o povo perdeu a confiança", foi no governo e nas suas reformas para a saúde, concluiu Semedo.
A deputada do Bloco classificou de "lamentável" o silêncio da ministra sobre a crise política que trouxe mais de metade dos professores portugueses à rua no passado dia 8 de Março. "Não é cegueira, é pura irresponsabilidade", disse Ana Drago, acrescentando que "foi a ministra que escolheu tratar os professores de uma forma ofensiva durante 3 anos"